20/09/2017

Cemitério de poesia aos nossos pés. Construído por nós, com todo o cuidado. Olhar baixo, as mãos tocam à distância. A penetrar surdamente… “Inédito” – palavra velha, escrita em capa de livro do século retrasado. O espaço entre – casa em ruínas. Pelicanos. Todos os livros fechados, a não ser este, a ser escrito agora. Bípedes (sem penas) poetas se tornam quadrúpedes. Mulheres das cavernas – livros são transportados ao frio úmido, escuro das cavernas. Quando eu digo isso é porque eu me interesso por um corpo pensando isso. A caverna vem até nós. Fico surdo. O som do meu coração a bater. Um jeito de ler, ver, ouvir. Perguntas à poesia-oráculo de Matilde Campilho: Por quê? Pode? Respondeu? Muito. Outro lugar. Outra audição. Alice Ruiz: outro silêncio, outro silêncio, outro silêncio…

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: