fim

29/01/2013

Numa exposição de fotografias que são na verdade desenhos feitos de giz pastel, um sujeito se depara com imagens em preto e branco de caminhos, estradas, atalhos, veredas, cuja perspectiva aponta sempre para lugar nenhum. Em um dos desenhos, uma piscina com suas raias faz as vezes de uma estrada em meio a uma paisagem desértica. O sujeito então se imagina, instantaneamente, nadando, eternamente, naquela direção, rumo ao nada, nadando, numa piscina sem fim.

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